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Faturamento da Frísia cresce 10,7% e atinge R$ 2,66 bi

No acumulado dos últimos seis anos, faturamento mais do que dobrou ao contabilizar alta de 122,45%


O ano de 2018 pode até não ter sido o da maior safra, como foi 2017, e nem ter apresentado grande mudanças econômicas, como era esperado, terminando com crescimento do PIB de apenas 1%. Mas a Frísia, cooperativa agroindustrial sediada em Carambeí, na região dos Campos Gerais, registrou, por mais um ano consecutivo, uma alta no seu faturamento, neste ano na casa dos dois dígitos. Os R$ 2,41 bilhões somados em 2017 saltaram para R$ 2,66 bilhões em 2018, contabilizando um incremento de 10,75%. Os números constam no relatório anual da cooperativa, publicados nesta sexta-feira (8) pela Frísia, fazendo dela uma das maiores empresas sediadas na região dos Campos Gerais.

Quando comparados os valores dos últimos anos, a alta no faturamento da Frísia fica ainda mais evidente. Em 2012, por exemplo, a soma dos valores movimentados era de R$ 1,19 bilhão, mostrando que o faturamento mais do que dobrou em cinco anos, e registrou alta de 122,45% em seis. Somente dois setores, por exemplo, foram os responsáveis por praticamente metade de toda a movimentação financeira no ano: a soja industrial e em semente, que somou R$ 646,1 milhões e o beneficiamento do leite, que atingiu R$ 643,1 milhões.

Junto com a Capal e a Castrolanda, a Frísia compõe a intercooperação, cuja industrialização de produtos resulta na Unium. Um desses investimentos é a da Unidade Industrial de Carnes da Alegra, em Castro, que teve um faturamento de R$ 575 milhões em 2018. O maior destaque, porém, foi das três unidades de beneficiamento de leite (Ponta Grossa, Castro e Itapetininga), cujo faturamento atingiu R$ 1,77 bilhão. Já o moinho de trigo, localizado em Ponta Grossa, atingiu o faturamento de R$ 137 milhões.

Ao final de 2018, a cooperativa contava com 837 cooperados, um a mais do que em 2017, e possuía 1.042 colaboradores.

 

Greve prejudicou faturamento

Embora tenha registrado alta na casa dos 10% no faturamento, o Conselho de Administração da cooperativa descreveu que a Frísia enfrentou momentos difíceis com a greve dos caminhoneiros, que trouxe danos para diversos setores. “Durante os dez dias de paralisação, as cooperativas dos Campos Gerais registraram prejuízos, com milhares de litros de leite jogados fora e perda de animais por falta de ração. Entretanto, com o auxílio da cooperativa, os estragos foram, pouco a pouco, sendo atenuados”, informou, em mensagem no Relatório.

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