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Toyota RAV4 Hybrid chega à concessionária Barigüi em PG

Modelo que conta com quatro motores, sendo três elétricos e um à combustão, é capaz de fazer mais de 14km/l na cidade 

Foi oficialmente lançada no último mês (junho), na concessionária Toyota Barigüi, a nova geração do RAV4, que chega ao país somente com a tecnologia híbrida. Batizado como ‘RAV4 Hybrid’ é o segundo modelo oferecido pela Toyota no país que alia motores a combustão e a eletricidade, após o Prius – este um sucesso já consolidado em todo o mundo, há mais de 20 anos no mercado mundial. Com uma tecnologia de ponta, o RAV4 conta com nada mais, nada menos, do que quatro motores, sendo um a gasolina e outros três elétricos. A potência total é de 298 cavalos (178 no motor a combustão de 2,5l e outros 120 no híbrido), e que combinada, podem ser despejadas nas quatro rodas 222 cavalos. São duas as versões oferecidas no Brasil, a S e a SX, com preços que variam entre R$ 165,9 mil e R$ 179,9 mil.

Ter um carro como esse, é unir o melhor de vários mundos em um só modelo: economia, esportividade, conforto e capacidade fora de estrada. É ter um off road com tração integral nas quatro rodas; bastante potência, que faz o carro acelerar rapidamente e acelerar de 0 a 100 km/h em menos de 8 segundos; e também um carro econômico no trecho urbano, que gasta menos que os modelos populares 1.0l, com um consumo que pode passar dos 15 quilômetros com um litro de combustível na cidade. “É um carro muito tecnológico, menos poluente, mais econômico, com conforto e silêncio fora do normal. Tem nível máximo de segurança, cinco estrelas (Latin NCAP). Ele tem tração integral nas duas versões. Enfim, é um carro que vem para ser referência”, destaca Vinicius Butture de Moraes, gerente de vendas da concessionária.

Em uma primeira vista, chama a atenção o novo design da dianteira, imponente e agressiva. Quem é ligado ao mundo do automobilismo já identifica que a frente da quinta geração do carro se assemelha bastante ao design do sedã Camry, utilizado na Nascar. O carro é alto, com rodas aro 18, com flanco bastante alto, de perfil 60, que contribuem para uma robustez maior. Mas é abrindo a porta para ter noção de todo o luxo e conforto oferecido pelo carro, a começar pelo acabamento impecável, com bastante couro, nos bancos, no volante, nas portas e no painel. O volante aliás, é uma central multimídia, com mais de 20 comandos.

 

Ao volante

A chave é presencial; basta chegar próximo do carro para as portas destravarem. A versão SX, testada pela reportagem, conta com o acabamento em cor caramelo (a S tem o couro preto). A acomodação do motorista é fácil pelos comandos de regulagem, todos elétricos. Para quem compartilha o carro, há duas posições memorizadas: basta um clique e o banco vai para onde você sempre usa. Para ligar o carro, basta a chave estar no bolso. É pisar com o pé no freio e apertar o botão start. A sensação inicial é estranha: você sequer sabe se o carro está ligado, afinal, para movimentar o carro, é o motor elétrico que entra em operação e não há o tradicional motor de arranque. Sem barulhos, sem vibrações do motor de combustão, é arrastar a alavanca do câmbio automático CVT do P para o D e o carro arranca. Sem esquecer, e claro, de soltar o freio de mão, que não possui a tradicional alavanca, mas um botão, por ser elétrico.

Com o carro em movimento, chama a atenção o silêncio. O isolamento acústico é impecável, mas o fato de não ter um motor a combustão em funcionamento passa a impressão que o carro está desligado. A partir de certa velocidade (o elétrico funciona até 50 km/h) ou conforme o quando o acelerador é exigido, entra em funcionamento o motor a gasolina, também sem trancos, sem indicações – quando você percebe, nota que ele entrou em operação. Em toda desaceleração o sistema de recuperação de energia cinética faz seu trabalho e recarrega o motor elétrico. Parado no semáforo, a única coisa que escuta dentro é o leve som das ventoinhas do ar condicionado dual zone ligado.

No painel, não há conta giros ou velocímetro com ponteiros físicos: o velocímetro é digital, com um ponteiro virtual, dentro do qual há a indicação do consumo e o quão econômica está sendo a sua tocada. No lado direto há um ponteiro físico, mas que varia ao indicar o gasto de energia, se está no ECO (econômico) ou PWR, o Power, que é quando você pisa tudo no acelerador para extrair o máximo de potência. E que potência, diga-se. Ao afundar o pé, em menos de um segundo a transmissão se adapta para a melhor rotação, para despejar a máxima potência disponível. Ao arrancar, atingir 80 km/h é uma tarefa que o carro executa com extrema facilidade. O câmbio é o CVT, mas na versão testada é possível simular sete marchas com as aletas atrás do volante.

 

Pelas ruas

Rodar com ele pelas ruas de Ponta Grossa faz do dirigir uma tarefa muito agradável. O acerto de suspensão, combinado com os grandes pneus e o silêncio da cabine faz com que as ruas com calçamento, cheias de imperfeições, possam parecer um asfalto: parece que o carro ‘surfa’ sobre o chão. Mesmo os asfaltos com trincas ou buracos são superados sem passar barulho ou socos no volante; é uma rodagem bastante macia. No trajeto feito pela reportagem, em meio a serviços executados na Avenida Visconde de Mauá, com cones ao lado do asfalto, ao puxar o carro da faixa da direita, mais para o meio da pista, foi possível observar entrar em funcionamento o Sistema de Alerta de Mudança de Faixa (LDA) com Controle de Direção (SC), que emite o sinal sonoro e pisca o indicador no painel do ‘avanço’ da faixa.

Esse sistema faz parte do Toyota Safety Sense, o sistema de segurança ativo, disponibilizado apenas na versão mais completa, a SX, o qual inclui o controle adaptativo de velocidade de cruzeiro, o assistente pré-colisão com alerta sonoro e visual, e, se necessário, frenagem automática do carro, farol alto automático e o alerta de oscilação. A versão SX também traz a abertura e fechamento elétrico da tampa do porta-malas, carregador de celular sem fio (por indução), sistema de transmissão com trocas por paddle shift e teto solar do tipo wide moonroof. A tela multimídia de sete polegadas touchscreen está presente em ambas as versões, assim como a câmera de ré com linhas auxiliares. Os faróis automáticos são de LED.

 

Plataforma e segurança

O modelo foi desenvolvido com base na filosofia TNGA, sigla em inglês de Toyota New Global Architecture (Nova Arquitetura Global Toyota) e diz respeito à fabricação. O objetivo é melhorar o desempenho do veículo e destacar as características únicas de cada modelo, aprimorando significativamente os componentes essenciais que fazem parte do veículo e têm um impacto direto no design, conforto, desempenho e segurança. A nova geração do RAV4 Hybrid é construída sob a plataforma denominada GA-K (mesma do Camry). Ele vem com sete airbags (motorista e passageiro, lateral (x2), cortina (x2) e de joelho para o motorista), controle de estabilidade (VSC), controle de tração (TRC) e ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD) e assistente de frenagem de emergência (BA).

De acordo com o gerente de vendas da Toyota, o modelo apresenta boa capacidade para o ‘fora de estrada’. “Ele é um carro tanto para asfalto quanto para o off road. Possui 4X4 integral (AWD), tem sistema ‘trail’ para algum caso mais especifico, em que há uma variação nas forças nas rodas. Então há essa opção para sair de um terreno mais acidentado”, afirma Moraes. A relação de distribuição de torque com as rodas traseiras melhora em 20/80 em comparação com a geração anterior (40/60).

 

Tecnologia e economia

Com 4,60 metros, e 2,69 m de entre-eixos, há espaço de sobra para quem vai na frente e atrás. O porta-malas também é grande, maior que o de qualquer sedã, com 580 litros. Pelo posicionamento de mercado, fica abaixo da SW4, que é maior e comporta sete passageiros. No tanque de combustível cabem 55 litros de gasolina, o suficiente para fazer com que o carro possa rodar até mil quilômetros, conforme sua utilização. O consumo médio, segundo as medições do Inmetro, são de 14.3 km/l na cidade e 12,8 km/l na estrada, que garante selo A de eficiência. Rodar mais na cidade gastando menos combustível também é a garantia de um carro ecologicamente correto, afinal, a quantidade de emissão de CO2 no meio-ambiente é menor.

Para quem desconhece a tecnologia híbrida, é interessante destacar que o RAV4 não é um carro plug-in, ou seja, não possui cabos para carregá-lo na tomada. Os motores elétricos são carregados de forma regenerativa, seja pelo motor a combustão, seja nas freadas ou ladeiras, onde o sistema de recuperação de energia cinética entra em ação. 

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