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Pedidos de RG têm novas regras no Paraná

Em Ponta Grossa, mais de 100 pessoas são atendidas diariamente para confecção do documento

O Governo do Estado alterou a forma de disponibilizar vagas para a confecção do documento de RG (registro geral). Em Ponta Grossa, a estimativa do Instituto de Identificação, órgão ligado à Polícia Civil, é de que mais de 100 pessoas são atendidas diariamente para fazer a primeira via do RG ou tirar uma segunda via - os dois serviços são feitos mediante agendamento. No entanto, a oferta de vagas foi alterada pelo Governo. 

De acordo com Juliano Beiras, chefe da Regional do Instituto de Identificação sediada em Ponta Grossa, o cidadão deve acompanhar a disponibilização de vagas pelo site do órgão (clique aqui para acessar). “Nos últimos meses, houve uma mudança no horário de fornecimento das vagas. Isso foi adotado diante de diversas fraudes no sistema, especialmente com pessoas agendando várias vagas para o mesmo dia”, contou. 

A sugestão de Juliano é para que o cidadão siga atenta no site. “Por ser um serviço com muita procura, as vagas se esgotam muito rapidamente. Mas além de PG, temos 14 postos conveniados para o atendimento em municípios dos Campos Gerais”, contou Beiras. O chefe da Regional destacou ainda que o cidadão pode fazer o RG em outros cidades, caso prefira. 

No entanto, o sistema de emissão via rápida do Instituto diminui o tempo de entrega do documento, além de ‘desafogar’ o processo presencial. Neste caso, o RG fica pronto em no máximo sete dias depois do pagamento da taxa de R$ 30,47. Já para o pagamento da via presencial, o custo é de R$ 35,55 e o cidadão precisa realizar o agendamento a partir do site do Instituto de Identificação.

“A segunda via rápida pode ser tirada por quem renovou a CNH [Carteira Nacional de Habilitação] ou o RG nos últimos cinco anos. É só digitar o número do RG e gerar o boleto. No máximo, em sete dias, o documento é enviado para o posto escolhido pela pessoa”, explicou Juliano.

Via expressa teve aumento no último semestre

Juliano Beiras, chefe da Regional do Instituto de Identificação, conta que no primeiro semestre de 2018 o sistema de via rápida efetuou a confecção de 500 documentos de Registro Geral (RGs), já no primeiro semestre desse ano o número pulou para 2,1 documentos. “O sistema de via rápida pode ser usado por qualquer cidadão que tenha renovado a CNH ou o RG nos últimos anos, desde que não haja a intenção de mudar de nome”, explica Juliano. 

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