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AMCG expõe demandas para a secretaria de educação

Encontro realizado nesta quarta-feira (10) alinhou planos e estratégias para viabilizar retorno adequado do ensino

A Associação dos Municípios dos Campos Gerais (AMCG) expôs diversas demandas para a Secretaria Estadual de Educação (Seed) na manhã desta quarta-feira (10). Durante a reunião, realizada no município de Castro, foram discutidas questões relacionadas ao retorno das aulas. Além disso, também foram debatidos os custos dos municípios com o transporte escolar e o processo de implementação dos colégios cívico militares na região.

"Queríamos propor um retorno de aulas que fosse convergente com todos os municípios, independente das discussões locais, expôs o presidente da AMCG e prefeito de Castro, Moacyr Fadel (Patriotas). 

Para responder as questões destacadas pelos gestores foram chamados o secretário estadual da Educação, Renato Feder, o diretor-presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar), Alessandro da Silva Oliveira, e a chefe do Núcleo de Educação de Ponta Grossa, Luciane Sleutjes. Com suspeita de Covid-19, o secretário do Estado não pode comparecer. 

"Foi muito importante ouvir todas as demandas e verificar que os gestores estão preocupados com a sua população", avalia o diretor da Fundepar. Sobre a principal questão apontada, a defasagem do repasse para o custeio do transporte escolar estadual, Oliveira adiantou que vem sendo debatido junto à Pasta da Educação. "Estamos estudando um incremento. Não sei precisar quanto nem quando. Mas está em análise", garantiu. 

Uma questão já definida é o adiantamento do primeiro repasse (são dez anuais), que até o último ano era realizada no final do mês de fevereiro. "Será feito nesta sexta-feira", garante o diretor-presidente.

Para os prefeitos, além do problema crônico dos valores discrepantes dos gastos municipais em relação ao repasse do estado, é o aumento do custo devido a implantação dos colégios cívico-militares. "Os horários é que são diferenciados, a quantidade de alunos do estado seguirá o mesmo", explica a chefe do Núcleo.


Instituições cívico-militares ampliam custo do trasporte

Para os prefeitos, além do problema crônico dos valores discrepantes dos gastos municipais em relação ao repasse do estado, é o aumento do custo devido a implantação dos colégios cívico-militares. "Os horários é que são diferenciados, a quantidade de alunos do estado seguirá o mesmo", explica a chefe do Núcleo. Em Tibagi, por exemplo, maior município de extensão territorial do Paraná, os custos com o transporte escolar consomem mensalmente R$ 400 mil. Com a implantação do colégio militar passará para R$ 500 mil, e o valor repassado pelo Estado é de R$ 60 mil.

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