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Preço da cesta básica em PG mantém-se estável em 2019

Os R$ 482,73 gastos na primeira semana de janeiro para comprar os 33 itens caíram  para R$ 482,31 em fevereiro


Quem adquire os 33 produtos que compõem a cesta básica em Ponta Grossa pagou, na primeira semana deste mês de fevereiro, praticamente o mesmo do cobrado na primeira semana de janeiro. A pesquisa mensal realizada pelo Núcleo de Economia Regional e Políticas Públicas (NEREPP), divulgada pela UEPG nesta sexta-feira (8), mostrou que a variação neste período de um mês foi de apenas R$ 0,42 para menos. Os R$ 482,73 caíram para R$ 482,31, o que representa uma baixa de apenas 0,09%. Se houve essa estabilidade em 2019, no acumulado de um ano não se pode dizer o mesmo. Desde a primeira semana de mês de março do ano passado, o incremento nos valores chegou a 4,24%. Naquela época, o valor era exatos R$ 19,66 mais baixo, somando R$ 462,65.

Entre 33 produtos, a maior parte deles teve retração, 21 no total. Outros 11 tiveram reajuste nos valores e um deles permaneceu com o mesmo valor, sem alteração. O maior vilão no decorrer dessas quatro semanas foi a batata, que registrou um aumento de 45,4%, seguido pelo feijão, com um acréscimo de 34,34%. A batata impulsionou o setor de hortifrutigranjeiros, ao qual faz parte, a uma alta de 9,49%. Do outro lado da tabela, o setor de limpeza teve uma retração de 6,15% nos valores, e o produto de maior queda é de outro segmento, o macarrão, de alimentação, com baixa de 13,87%.

Entre os grupos, o da carne teve um aumento de 1,84% e dentro deste, a carne bovina apresentou a maior variação positiva de 4,73%, enquanto o frango veio a registrar a maior variação negativa de 4,69%. No ‘vácuo’ do grupo de limpeza, que retraiu, o de higiene teve uma queda de 5,24%, sendo o sabonete o produto de maior variação positiva foi, de 3,28%, e o desodorante o produto de maior variação negativa, com queda de 10,95%. Dentro do produto de limpeza, o produto de maior variação positiva foi o amaciante com 2,06%, enquanto que o desinfetante, com 12,52% de variação, teve a maior variação negativa.


Compra representa 48% do salário

Conforme mostra o estudo, com base no valor do salário mínimo, de R$ 998, para adquirir todos esses produtos básicos para o dia a dia uma família ponta-grossense com essa renda iria gastar 48,33% do seu rendimento mensal, ou seja, quase metade com isso. Relacionando-se famílias de dois, três, quatro e cinco salários mínimos, observa-se que, para a aquisição da Cesta Básica, despenderiam respectivamente de 24,16%; 16,11%; 12,08%; e 9,67% de sua renda.


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