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Exportações de PG atingem a marca de R$ 4 bilhões

Valor acumulado entre janeiro e outubro deste ano em Ponta Grossa é o dobro do registrado em 2018


Ponta Grossa mantém a sua posição de destaque entre os municípios paranaenses que mais exportam. Somados os valores de todos os produtos comercializados para outros países no acumulado deste ano, o município atingiu a marca de US$ 1 bilhão neste mês de outubro. Isso significa que, se esse valor for convertido para reais, com base na marca de R$ 4,009 da cotação da moeda norte-americana no último dia de outubro, representa que o município superou R$ 4 bilhões em produtos exportados. O número coloca a cidade na 5ª colocação no ranking estadual, próxima de Curitiba (US$ 1,1 bilhão) e de São José dos Pinhais (US$ 1,2 bilhão), e atrás de Maringá (US$ 1,7 bi) e de Paranaguá (US$ 2,9 bilhões).

Na comparação com 2018, os indicadores deste ano representam o dobro quando observados os valores comercializados. Entre janeiro e outubro do ano passado, a soma das exportações atingiu R$ 1,97 bilhão, o que mostra um incremento de 109% neste ano. Já quando a métrica é outra, o peso dos produtos exportados, eles triplicaram. Os 803,4 mil quilos foram multiplicados por três e atingiram 2,49 milhões de toneladas. 

Isso é justificado pela elevação nas exportações da soja e seus derivados. Somente os resíduos resultantes da extração do óleo de soja, que representam 57% das exportações da cidade (R$ 2,3 bilhões) aumentaram em 469% as vendas neste ano. A soja em grãos e triturada, segundo principal produto exportado, com 15% do mercado exterior (R$ 600 milhões), teve um incremento de 345% no mercado, e o óleo de soja, terceiro principal produto, com R$ 360 milhões vendidos (8,7%), teve uma alta de 68% nas vendas em relação a 2018. O complexo soja representa 80% de toda a exportação da cidade. 

Logo depois, na lista dos produtos mais exportados, aparecem as embalagens do tipo Tetra Pak, que totalizaram pouco mais de R$ 320 milhões comercializados (7,9% de participação), depois painéis de madeira do tipo OSB, com cerca de R$ 120 milhões (3%), e na sequencia ferramentas elétricas, hidráulicas e pneumáticas, cerca de R$ 40 milhões (0,9%). Somente no mês de outubro deste ano o município comercializou R$ 307 milhões em produtos a outros países. 



Superavit soma R$ 2,5 bilhões

Assim como as exportações cresceram, as importações também tiveram uma elevação neste ano de 2019. O crescimento, contudo, foi em índices menores, na casa de 8,2%, atingindo a marca de R$ 1,6 bilhão. Contudo, como a diferença das exportações para as importações aumentaram, a balança comercial teve um salto: o superavit passou de R$ 472,6 milhões para R$ 2,5 bilhões, o que representa uma elevação de 428%. Os produtos mais importados são adubos e fertilizantes, seguidos por partes e acessórios de veículos e ferramentas pneumáticas e hidráulicas. Em relação aos países, a China é o maior parceiro nas exportações e nas importações, recebendo e enviando 17% dos produtos (quase R$ 700 milhões nas exportações e R$ 273 milhões nas importações).

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