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Arrecadação federal na região soma R$ 4,25 bi

Com R$ 373 milhões obtidos em novembro, valor arrecadado é 8% superior ao registrado em 2018


O valor arrecadado pela delegacia regional da Receita Federal do Brasil em Ponta Grossa, que abrange 62 municípios, registrou mais uma alta real em novembro, e nestes 11 meses já se aproximou do montante total obtido em todo o ano de 2018. De acordo com os números revelados na tarde desta quinta-feira (19), somente no mês passado o município contabilizou R$ 373,1 milhões recolhidos em tributos fazendários e tributários. Esse valor é, em termos nominais (sem considerar a inflação), 6,30% maior que o registrado em novembro de 2018 (R$ 351,9 milhões), e chega a 3%, se descontado o IPCA (3,27%) do período. .

No acumulado do ano, a marca de R$ 4 bilhões foi superada, atingindo R$ 4,25 bilhões, valor que é 8,2% maior em relação a 2018, em números reais (sem considerar a inflação). É um montante já próximo dos R$ 4,37 bilhões recolhidos em todo o ano de 2018. Ambos os valores estão acima da média nacional, que teve uma alta real de 1,48% em novembro e acumula elevação real de 1,88%

Se o valor recolhido em dezembro girar próximo dos R$ 444 milhões registrados em 2018, a delegacia regional deverá fechar o ano com uma arrecadação na casa de R$ 4,7 bilhões. “Já temos um crescimento nominal em 8% no acumulado do ano, e se mantivermos esse desempenho, acreditamos passar de R$ 4,6 bilhões”, avalia o delegado da Receita Federal do Brasil em Ponta Grossa, Demetrius de Moura Soares

Como explica o delegado, é a produção industrial que têm puxado o incremento na tributação arrecadada na região. Entre esses tributos, destaca-se a Cofins, contribuição que incide sobre a receita bruta das empresas em geral, que subiu 23,6% em novembro, assim como o PIS, que teve alta de 21,1% e o Imposto de Renda Retido na Fonte, com alta de 19,3%. “Tudo se refere ao desempenho da atividade econômica da nossa região dos Campos Gerais. O IPI e o PIS no patamar de 15% e 16% no acumulado do ano são números expressivos”, reforça Demetrius Soares.


Parcelamentos impulsionam alta

Segundo a Receita, o resultado do período de janeiro a novembro de 2019 pode ser explicado pelo desempenho da atividade econômica e “por fatores não recorrentes”, como a arrecadação dos parcelamentos de dívidas, no início de 2018, e as reorganizações societárias de empresas que afetaram as arrecadações do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). “Sem considerar o efeito dos fatores não recorrentes, verifica-se crescimento real de 1,56% no período de janeiro a novembro de 2019 e de 1,32% no mês de novembro de 2019”, diz a Receita.


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