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Expansão da Ambev deve garantir aporte de R$ 1 bi em PG

Segundo José Loureiro, Ambev deverá duplicar fábrica na cidade, o que deve viabilizar instalação de uma indústria de garrafas, que investirá cerca de R$ 1 bilhão na cidade


A Ambev pretende ampliar a produção na planta fabril de Ponta Grossa. E isso deve viabilizar um novo grande investimento na cidade, o de uma fábrica de garrafas. A informação foi revelada pelo secretário municipal de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional, José Loureiro, em uma live para o portal aRede, na tarde desta terça-feira (29), onde ele fez um balanço dos quase dois anos em que comandou a secretaria municipal. 

Segundo revelou o secretário, a Ambev já manteve conversação com o município para ampliar a produção, de modo que possa dobrar a produção de bebidas na sua planta fabril, localizada às margens da BR-376, na divisa com Tibagi. “A Ambev anunciou a duplicação da linha de produção. A empresa tem 4 linhas e vai aumentar para oito linhas”, informou Loureiro. As quatro linhas hoje instaladas na cidade são de chope, latas, 600 ml e ‘litrão’. Questionado sobre o valor do investimento, Loureiro afirmou que tal informação não foi revelada. O valor já aplicado no município pela cervejeira, para a instalação e ajustes na planta, passa de R$ 900 milhões. 

Hoje, a Ambev tem capacidade instalada de aproximadamente 380 mil hectolitros de bebidas por mês em Ponta Grossa, o que representa uma produção possível superior a 450 milhões de litros por ano. Construída em um terreno de 2,6 milhões de metros quadrados, o local permite que a planta fabril tenha capacidade para, pelo menos, triplicar sua capacidade de produção, podendo chegar a 11 linhas de envase. Atualmente, a companhia produz cervejas claras no município. 

Conforme revelou Loureiro, além da Ambev, a Heineken também realiza investimentos próximos a R$ 900 milhões no município, valor que será utilizado para fazer a capacidade de planta fabril aumentar em 40% sua produção. Esses dois investimentos irão multiplicar a necessidade de embalagens para envasar essas cervejas, e é justamente neste ramo que Ponta Grossa pode receber uma nova fábrica: uma de garrafas de vidro. 

Os representantes da empresa já estiveram no município em 2019, para negociar a instalação. Conforme explicou Loureiro, à época da negociação, a empresa informou que o aporte na planta fabril seria na casa de R$ 1 bilhão. “Eles já estiveram prospectando, mas veio a crise (da Covid) e eles tiraram o pé. Mas agora, com a ampliação da Heineken e com a Ambev dobrando, sai mais barato montar a fábrica aqui em Ponta Grossa, para atender as duas empresas. Será uma empresa gigante, para mil funcionários, que trabalhará 24 horas por dia”, confirmou o secretário.


Mercado Municipal deverá ter nova licitação em 2021

O Mercado Municipal de Ponta Grossa não foi concluído em 2020, conforme houve a assinatura da concessão em 2017. As obras de construção, aliás, sequer foram iniciadas. Diante disso, informou Loureiro, houve o cancelamento do contrato com a Tekla Engenharia. “O proprietário da Tekla de uma declaração que não pode fazer por questão financeira, porque investidores que estavam com ele o deixaram sozinho. E assim não conseguiu capitalizar”, informa  Loureiro. Diante disso, uma nova licitação deverá ser feita em 2021. “A Elizabeth (Schmidt) disse que a ideia é continuar com o projeto. E com a nova licitação, que não vai ter reforma, mas uma construção nova, deverá haver muita construtora interessada nesse projeto. E lá é uma área nobre da cidade”, destacou o secretário da pasta.

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