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Comércio de PG mantém recuperação e eleva vendas

Comércio tem quatro meses com altas seguidas, na comparação com os mesmos meses de 2019


Após alguns meses de retrações nas vendas, a partir de março, em função da pandemia do novo coronavírus, o comércio varejista de Ponta Grossa está mantendo um crescimento mensal nas vendas. Na última pesquisa conjuntural realizada pela Federação do Comércio do Paraná (Fecomércio), que traz os dados de outubro, os empresários do comércio em Ponta Grossa registraram uma ampliação no seu faturamento em 5,17%, na comparação com o mesmo mês em 2019, já descontada a inflação do período. 

Trata-se da quarta alta seguida, iniciada no segundo semestre. Em junho, último mês de queda, Ponta Grossa teve a menor retração do estado, de 0,90% na comparação com o mesmo período. Já em julho, a cidade teve uma ampliação de 6,08% nas vendas, na comparação com o mesmo período em 2019, sendo o único município a ter resultados positivos. Depois teve altas de 2,27% em agosto, e mais 6,07% em setembro. Esse desempenho destoa da média estadual: desde março, outubro foi o segundo mês em que o faturamento superou o mesmo período de 2019, em 4,14%.

Ainda assim, porém, essas altas não foram capazes de suprir as perdas registradas entre março e junho, e no acumulado do ano Ponta Grossa registra uma retração de 1,5%. É o melhor desempenho do Estado, tendo em vista que a média paranaense teve retração de 5,8%. Os piores resultados são de Londrina (7%) e de Maringá (17,5%). Para o secretário de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional, que também é presidente do Sindilojas, o desempenho positivo da cidade é relacionado ao crescimento da oferta de vagas de emprego, que elevam a renda per capita. “São investimentos na cidade, como da Engie, que está contratando através da Tabocas. E também as indústrias investiram, cresceram o faturamento e contrataram”, destacou. 

Em outubro, dos nove setores do comércio avaliados na cidade, destaque para três setores, que ampliaram as vendas em 20%, na comparação com outubro de 2019. O melhor desempenho foi do setor de materiais de construção, com alta de 25%, seguido por óticas/cine/foto/som, com 23,1%, e autopeças, com 20%. Também foram positivados supermercados (9,3%) e farmácias (2,1%). Os piores desempenhos foram de calçados (-20%) e vestuário (-30,5%). Já no acumulado do ano, há apenas três setores positivos: materiais de construção (alta de 6,5%), supermercados (3%) e autopeças (2,2%). Já os piores desempenhos são de vestuário (-19,7%), livraria e papelaria (-29,8%) e calçados (-47,8%).


Setores têm variação em dezembro

Com relação às vendas de dezembro,Loureiro afirmou que houve uma diversificação: enquanto alguns setores ampliaram as vendas na comparação com dezembro de 2019, outros perderam. “Alguns empresários do setor de roupas masculinas venderam menos, porque não teve formatura e houve redução dos casamentos. Mas outros setores venderam mais, como o de materiais de construção”, explica o líder sindical e secretário municipal.

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