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Exportações de PG crescem 48% em fevereiro

Resultado do 1º bimestre coloca Ponta Grossa entre as principais cidades do Brasil em importação e exportação 


Ponta Grossa manteve, no último mês de fevereiro, um crescimento nos negócios com o mercado exterior. Tanto as importações quanto as exportações cresceram na comparação com 2020, movimentando mais de R$ 1,6 bilhão em negócios com outros países. Números revelados pelo Ministério da Economia apontam que as exportações ponta-grossenses somaram US$ 71,84 milhões no mês passado, o que corresponde a R$ 402,3 milhões, com o dólar convertido a R$ 5,60, cotado no último dia útil de fevereiro (26). Já as importações somaram US$ 70,3 milhões, ou seja, R$ 394,2 milhões. Isso significa um superavit mensal de R$ 8 milhões.

Na comparação com 2020, o crescimento das importações está superior ao das exportações. No primeiro bimestre do ano passado, o total importado pelas empresas do município somaram R$ 433 milhões, ao passo que nesse ano, foram R$ 879,3 milhões adquiridos, o que representa um aumento de 103,1% no período. Já por parte das exportações, a variação acumulada é de 48,2%: os R$ 510,7 milhões exportados em janeiro e fevereiro de 2020 saltaram para R$ 756,8 milhões neste ano. Com um valor de importação maior que o de exportação, somando os dois meses, isso significa que o saldo da balança comercial está negativo em R$ 122,5 milhões.

Os valores somados de importação e exportação colocam Ponta Grossa em posição de destaque nos rankings estadual e nacional. Quanto às exportações, Ponta Grossa ocupa a quarta posição no Estado do Paraná, com uma participação de 6,5%, enquanto que no ranking nacional, a cidade aparece na 42ª colocação, com uma participação de 0,4% das exportações brasileiras. Já nas importações, Ponta Grossa é a 5ª colocada no Paraná, com uma participação de 7,4%; e no ranking nacional, ocupa a 35ª posição, com participação de 0,5%.

De tudo exportado por Ponta Grossa, 75% se refere a soja e seus derivados: o principal produto comercializado foram os resíduos resultantes da extração do óleo da soja, que correspondeu a 62% de tudo comercializado (R$ 468,7 milhões), enquanto que o segundo mais vendido foi o óleo da soja, 13% do total (R$ 98,5 milhões). Já quanto à importação, o produto mais adquirido foi a soja, totalizando R$ 191,5 milhões. Na sequência apareceram máquinas para lavar, rotular e rolhar garrafas e recipientes (R$ 62,1 milhões), adubos (R$ 60 milhões) e partes automotivas (R$ 60 milhões).


Países europeus são os maiores parceiros comerciais

Quanto aos países, nas importações os principais parceiros foram a (1°) Alemanha, de onde vieram R$ 156,8 milhões; a (2ª) China, com R$ 147,8 milhões; o (3º) Paraguai, com R$ 116,5 milhões; e os Estados Unidos, na quarta posição, de onde vieram R$ 97,4 milhões em produtos. Já na exportação, o principal destino dos produtos da cidade foi a França, com R$ 104,1 milhões, seguida da Eslovênia, com R$ 103,6 milhões. Na terceira posição se destacou a índia, com R$ 55 milhões em produtos adquiridos.

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