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Investimentos do Madero em PG atingirão R$ 1,6 bi

Complexo fabril já recebeu aportes de R$ 600 milhões. Nova fábrica a ser construída custará R$ 1 bilhão


O total de investimentos que o Grupo Madero irá aportar em Ponta Grossa, em pouco mais de uma década, é de R$ 1,6 bilhão. A informação foi confirmada pelo o presidente do grupo, Júnior Durski, que esteve em Ponta Grossa, na última semana, para a escritura de doação de duas áreas à empresa, localizadas no Distrito Industrial. Segundo informou Durski, cerca de R$ 600 milhões já foram aplicados no complexo industrial montado em Ponta Grossa, chamado pela empresa como “Cozinha Central”, cujo investimento foi iniciado em 2013, quando havia a previsão de um investimento de R$ 12 milhões na cidade. Agora, uma nova fábrica será construída na cidade, com aporte de aproximadamente R$ 1 bilhão, com previsão de conclusão para o ano de 2024.

O segundo complexo fabril, que no momento está em fase de projetos, será construído em uma área de aproximadamente 250 mil metros quadrados, ao lado da indústria Crown, recebida de doação da prefeitura no último ano, próxima da área onde já está instalada a Cozinha Central. Esta segunda unidade, informou Durski, será uma vez e meia maior do que a que já está em funcionamento no Distrito Industrial Cyro Martins, o que corresponde a uma alta de 150% na capacidade de produção. Segundo confirmou Durski, essa ampliação precisará ficar pronta em menos de três anos, até o início de 2024, quando a capacidade de produção na Cozinha Central chegará ao seu limite – com base no projeto de expansão dos restaurantes e da marca pelo Brasil.

De acordo com Durski, a previsão inicial era de investir R$ 80 milhões na cidade, na Cozinha Central, valor que foi multiplicado ao logo dos últimos anos devido ao grande crescimento da empresa, chegando a aproximadamente R$ 600 milhões investidos. “Investimos vezes mais, temos 550 empregados e em 2022 nos tornaremos uma empresa de tecnologia que opera restaurantes”, disse Durski, destacando alguns fatores que diferenciam Ponta Grossa. “Aqui as coisas acontecem, não temos a mesma burocracia existente em outros municípios, como também, nesta região está a melhor mão de obra do Brasil”, ressaltou o empresário.

 

Número de restaurantes dobrará até 2024

Junior Durski detalhou o plano de expansão dos restaurantes do grupo para os próximos anos. De acordo com ele, o complexo atual tem capacidade de fornecimento para até 500 restaurantes, e por isso é necessário ter a nova fábrica funcionando até 2024. “Temos 230 unidades hoje e vamos terminar o ano com 260. A expansão para o próximo ano será muito maior. Era para termos aberto 75 novas unidades neste ano, mas serão abertos ao todo apenas 45, em virtude da pandemia. No ano passado era para ter aberto 70 e abriu 44. Recuperaremos no ano que vem e por isso, a previsão para 2024 é de contarmos com 500 restaurantes”, informou.

Com informações das assessorias

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