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Senai e Klabin fazem pesquisa sobre embalagem inteligente

Estudo busca desenvolver embalagem com tecnologia incorporada que possa interagir com o produto embalado


Além da proteção de produtos e alimentos, as embalagens vêm evoluindo, surgindo o conceito de smart packaging. Essas são embalagens inteligentes, que incorporam tecnologias e tem a capacidade de interagir com o usuário ou com dispositivos, monitorando a segurança e qualidade dos produtos. De olho nessa demanda do mercado, a Klabin, maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil, procurou parceiros para desenvolver uma pesquisa em smart packaging. 

“Vivemos uma fase de transição no setor de embalagens. Atualmente, elas não são escolhidas somente pela sua resistência, mas por levarem uma experiência diferente ao produtor e consumidor. As embalagens inteligentes podem ajudar o produtor a entender alguns fenômenos, problemas e desafios em todo o processo de produção e consumo. Além disso, conseguem levar diversas experiências ao consumidor final. Por isso, buscamos parcerias para potencializar as chances de sucesso deste projeto tão desafiador”, explica Marcelo Coelho, pesquisador especialista do Centro de Tecnologia Klabin.

Os parceiros envolvidos no projeto, além da Klabin, são a Bright Day Graphene, uma startup sueca que desenvolveu uma técnica para obtenção de grafeno a partir de lignina, o Research Institutes of Sweden (RISE) Innventia AB, instituto de pesquisa sueco, o Instituto Senai de Inovação em Eletroquímica, localizado em Curitiba, e o Instituto Senai de Inovação em Biossintéticos e Fibras, localizado no Rio de Janeiro.  

Os sensores serão compostos por grafeno, que será obtido a partir de lignina por meio de uma rota sustentável. O grafeno utilizado será obtido pela startup sueca Bright Day Graphene e será caracterizado e incorporado nos sensores no ISI Eletroquímica, por meio do time de Smart BioSensors, que é responsável pelo desenvolvimento de sensores e biossensores eletroquímicos no instituto, além de contar com um laboratório de Biologia Molecular no estado da arte. Para colocar os sensores nas embalagens, serão utilizadas tecnologias de impressão desenvolvidas pelo instituto de pesquisa sueco, RISE. O Instituto Senai de Inovação em Biossintéticos e Fibras atuará na produção e caracterização de novos materiais no decorrer do projeto, além de pesquisas de estratégias de mercado. “Todos os nossos parceiros complementam competências, multiplicando a sinergia do projeto, deixando-o com potencial enorme de sucesso nos resultados”, comenta Silvana.

“A utilização dos sensores em embalagens permitirá avaliar a qualidade dos produtos sem mesmo abri-los, o que é muito importante principalmente se esses produtos são de exportação. Assim, o Senai apoia diretamente a indústria brasileira, através de pesquisas de qualidade e aplicáveis, melhorando, também, a experiência do consumidor”, explica Paulo Marangoni, gerente do Instituto Senai de Inovação em Eletroquímica.

O projeto teve início no primeiro semestre de 2021 e deverá ser finalizado em outubro de 2022.


As informações são da assessoria de imprensa

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