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Cesta básica passa a custar R$ 697,07 em Ponta Grossa

Índices são puxados pela alta de Inflação de agosto que é a maior do mês desde 2000

O Índice da Cesta Básica (ICB), calculado mensalmente pelo Núcleo de Economia Regional e Políticas Públicas da Universidade Estadual de Ponta Grossa (Nerepp-UEPG) constatou que a cesta básica passou a custar R$ 697,07 em Ponta Grossa.

A pesquisa é composta pelo consumo básico de alimentação, higiene e limpeza das famílias, dos 33 itens que compõem a cesta básica 18 tiveram alta nos preços, 13 apresentaram queda e 2 permaneceram constantes.

Produto que teve a maior queda de preço foi o desinfetante com (-16,65%) e o maior aumento no custo foi a batata com (26,81%). O grupo que teve maior aumento em seus valores foi Hortifrutigranjeiros, com 6,64%, e a maior queda de preço foi no grupo, Limpeza com 6,64% de redução.

O índice corresponde a cesta básica para famílias com renda entre 1 e 5 salários mínimos, com 3 pessoas em média e residentes na cidade.  Com o valor da Cesta Básica a R$697,07 e sendo o salário mínimo de R$1.100,00 conclui-se que uma família com renda mensal de apenas um salário gastaria cerca de 63,37% de sua renda para aquisição da Cesta.

 

Combustíveis e alimentos comandam alta da inflação 

Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) combustíveis e alimentos foram os maiores responsáveis pela alta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto, comparado a julho de 2021. O grupo transportes foi responsável pela maior alta da inflação (1,46%), com o preço dos combustíveis chegando a 2,96%.

A gasolina foi o principal impacto no mês, com alta de 2,80%. Em 12 meses, a gasolina acumula alta de 39,09%, o etanol de 62,26%, diesel 35,4% o gás de botijão de 31,70% e a energia elétrica residencial ficou 21,08% mais cara em um ano.   O item alimentação e bebidas apresentou a segunda maior alta, 1,39%. A alimentação em domicílio, 1,63%, foi impulsionada pelo preço dos alimentos, como batata-inglesa, 19,91% e café moído, 7,51%.

 

Alimentação 

A alimentação em domicílio, 1,63%, foi impulsionada pelo preço dos alimentos, como batata-inglesa, 19,91% e café moído, 7,51%.

O prato do brasileiro também ficou mais caro por causa do arroz que teve alta de (32,7%), do feijão fradinho (40,3%), e das carnes em geral (30,8%).

Entre as carnes, as que ficaram mais caras no último ano foram: músculo (38,9%), patinho (36,1%), cupim (35,5%), filé-mignon (35,3%) e lagarto comum (34,3%).

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