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Região tem várias empresas entre as 500 maiores do Sul

Cooperativas agroindustriais dos Campos Gerais se destacaram e apareceram entre as 100 maiores empresas da região Sul do Brasil


Inúmeras empresas fundadas ou sediadas na região dos Campos Gerais estão entre as maiores do Sul do Brasil. Entre os principais destaques, mais uma vez, estão as cooperativas agroindustriais. As informações constam no ranking realizado anualmente pelo Grupo Amanhã, desenvolvido em parceria com a consultoria internacional PricewaterhouseCoopers (PwC), revelado na noite desta quinta-feira (18). O ranking regional tem a Bunge Alimentos, com a sede regional em Gaspar (SC) como a maior do Sul, ao passo que a Copel é a maior Companhia do Paraná e a terceira maior do Sul do país. Para chegar às maiores, o ranking se baseia no Valor Ponderado de Grandeza, o ‘VPG’ que considera a média ponderada de patrimônio líquido, receita líquida e lucro das empresas.

A primeira empresa da região que aparece no ranking é a fábrica da Klabin em Telêmaco Borba, uma das unidades da Companhia sediada em São Paulo. Com um VPG de R$ 6,73 bilhões, se destacou no ranking na 14ª posição no Sul do país e a 5ª maior do Paraná, atrás também da Itaipu (9ª no Sul), Rumo (7ª) e Coamo (6ª).

Contudo, entre as maiores empresas genuinamente da região, sediadas nos Campos Gerais, as três primeiras são cooperativas. A lista é capitaneada pela Castrolanda, de Castro, que apareceu na 17ª posição do Paraná e na 43ª do Sul do país, com um VPG de R$ 2,46 bilhões. Entre as cooperativas paranaenses, aparece na sétima colocação no ranking. Ela é seguida pela cooperativa Frísia, de Carambeí, a 9ª maior cooperativa do Estado, 20ª no Paraná e a 49ª do Sul, com R$ 2,06 bilhões de VBP. Também integra o ‘top 100’ do Sul a cooperativa Capal, de Arapoti, a 35ª maior empresa do paraná e a 88ª do Sul, com um VPG de R$ 1,1 bilhão.

Especificamente de Ponta Grossa, aparecem 10 empresas no ranking, e a primeira é a Macrofértil, unidade de fertilizantes que hoje pertence a um grupo multinacional, na 49ª colocação no Paraná e 129 no Sul, com VPG de R$ 753 milhões. Na sequência aparecem a Madero e o Grupo MM. A Madero aparece na 217ª posição no Sul, com um VPG de R$ 410 milhões, ao passo que o grupo MM se destacou na 235ª posição no Sul e a 88ª maior do Paraná, com um VPG de R$ 362 milhões. Depois delas, aparece a concessionária CCR RodoNorte, na posição 255 do Paraná, com VPG de R$ 325 milhões.

A maior novidade de Ponta Grossa é o Banco Paccar, braço da Paccar Financial, da montadora DAF, na posição 102 do Paraná e na 280ª colocação do Sul, com um VPG de R$ 279 milhões. Também apareceram no ranking a Águia Participações (293 no Sul e 107 no Paraná), com VPG de R$ 261 milhões, a LP (329ª no Sul, com R$ 211 milhões), a Tratornew (406ª; R$ 150 milhões), a Unimed Ponta Grossa (410ª; R$ 148 milhões), e a Ibema (479ª; R$ 108 milhões).

 

Região

Além das cooperativas e empresas ponta-grossenses, outras cinco empresas instaladas nos Campos Gerais apareceram no ranking. Entre elas, a Caminhos do Paraná, concessionária de pedágio sediada em Irati, na posição 224, com VPG de R$ 393 milhões; a unidade de Arapoti da multinacional Arauco, na posição 291 no Sul, com VPG de R$ 263 milhões. Depois, aparecem duas empresas de Jaguariaíva, a Florestal Vale do Corisco, na posição 383 (VPG de R$ 167 milhões) e a Florestal Aliança, na posição 389 (VPG de R$ 163 milhões). Para fechar a lista regional, aparece a Moageira Irati, na posição 483 no Sul do país, com um Valor Ponderado de Grandeza de R$ 107 milhões.

 

Empresas do Paraná lideram em receitas

Entre os Estados, somente do Paraná 179 companhias foram classificadas entre as maiores do Sul do País, entre as quais, oito empresas públicas paranaenses. Com o resultado, o Paraná mantém vantagem sobre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, no aspecto de receitas: R$ 270,2 bilhões – valor 13,4% maior que a soma das representantes catarinenses (R$ 238,1 bilhões) e 17,9% maior que a das gaúchas (R$ 229,1 bilhões). Para o governador Carlos Massa Ratinho Junior, o ótimo resultado obtido pelas companhias paranaenses ratifica o bom desempenho da economia do Estado. “Até setembro, a indústria paranaense alavancou 13,3% e ficou entre os três melhores resultados do País”, recordou.

 

Critérios

A classificação das empresas é feita com base em um levantamento de informações públicas extraídas de diversas fontes, como balanço financeiro, relatórios contábeis e sites institucionais. São avaliados critérios como porte, eficiência e capacidade de transformar receita em lucro. O rankeamento é baseado a partir de um indicador exclusivo criado pela PwC e pela Revista Amanhã, chamado de Valor Ponderado de Grandeza (VPG). Para chegar à classificação final, a instituição avalia as demonstrações financeiras de mais de 2 mil empresas.  

 

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