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Conforto térmico agrega valor ao imóvel e traz economia

Uma obra bem planejada deixa a casa preparada tanto para o calor do verão quanto o frio do inverno - e não custa caro


Diferente do que muitas pessoas podem imaginar é na hora de elaborar o projeto construtivo que se deve pensar no conforto térmico. O posicionamento dos cômodos em relação ao sol, as esquadrias, a abertura das janelas, o telhado e o piso precisam ser decididos antes do início da construção - é este conjunto que irá garantir o conforto térmico.

O conforto térmico é experimentado por cada um de nós de forma diferente, mesmo estando expostos a um mesmo ambiente. Porém, em média, temperaturas internas entre 21°C e 24°C são as mais adequadas, pois o corpo não necessita recorrer a nenhum mecanismo de termorregulação.

Mas será só na hora de mudar para a nova casa que os moradores sentirão os impactos do conforto térmico não planejado. Em dias quentes a temperatura dentro da residência não será adequada, assim como no frio a sensação poderá ser menor do que a desejada.

Para evitar transtornos e gastos desnecessários quando já se estiver morando no imóvel é que os arquitetos, Lorena Damo Comel e Welton Zaziski Gomes dão as dicas. A profissional explica que “o planejamento vai listar tudo o que precisa ser feito para garantir o conforto térmico”.

Ela observa que o sol, por exemplo, precisa incidir nas paredes das áreas íntima (quartos) e social (salas) e nos horários corretos, além disso, a incidência pela manhã é indicada por ser bactericida.

O posicionamento das janelas, a escolha dos vidros, das esquadrias e dos elementos de fachada também são um ponto fundamental antes do início da construção. “A forma mais inteligente de se construir e ter conforto térmico é fazer o planejamento estratégico e seguir normas técnicas evitando custos desnecessários durante a obra”, reforça Lorena.

Para a arquiteta, uma obra bem pensada fará com que a lareira, por exemplo, seja uma parte decorativa da residência assim como os tapetes que ganham destaque na época mais fria. “A lareira é decorativa, mas também funcional. A questão é que muitas vezes a lareira não conseguirá cumprir sua função de aquecer o espaço por equívocos na proporção dos ambientes”, observa a arquiteta.


Cuidados devem ser tomados com teto, piso e esquadrias

Para a arquiteta, uma obra bem pensada fará com que a lareira, por exemplo, seja uma parte decorativas, e traz economia com aquecedor. Welton chama atenção para a escolha adequada do piso. O mármore e o porcelanato, que são frios, podem ser substituídos pela madeira, que é um material atérmico, ou piso vinílico. “Um projeto arquitetônico precisa ter informações detalhadas e não superficiais”, alerta o arquiteto. O telhado pode receber laje, manta de proteção e forro que ajudam na vedação, e as esquadrias também merecem atenção, recomendadas as de melhor desempenho.


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