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Jardim requer utilização de piso diferenciado

Paisagista explica qual é o melhor tipo de piso para fazer a composição do jardim

Ter um jardim em casa, seja na varanda ou em um espaço aberto, é ter a natureza para junto de si e trazer mais vivacidade para a sua residência. É preciso, porém, saber exatamente qual o melhor piso para essa criação, pois vários fatores podem influenciá-lo, podendo trazer prejuízos às plantas, à segurança e, também, ao bolso.

Em seu espaço “Jardim do Encontro”, para a Casacor Minas 2019, a paisagista Carol Quinan criou uma ambientação confortável e charmosa, com plantas e pedras que trazem beleza e aconchego para os visitantes da Mostra.

Para compor o piso de seu jardim, a profissional utilizou grama, brita e placa cimentícia. Como opção de grama, Carol optou pela Esmeralda, um tipo mais intenso, que é indicada para jardins em geral e campos de futebol, por exemplo. Ela é uma espécie de sol pleno, ou seja, necessita estar todo o momento sob o sol para se desenvolver. “Ela até aguenta algum período de sombra, mas não resiste por muito tempo. O meu ambiente durante o dia está sob sol pleno e as árvores do Palácio das Mangabeiras que se encontram ao redor não eliminam a presença dele. Por isso, esse tipo de grama é totalmente indicado. Ela não exige uma poda muito frequente e responde muito bem a qualquer tipo de produto utilizado para seu cuidado, como adubação química. Uma grama prática. Uma das que eu mais uso em meus projetos”, relata.

Já a opção pela brita, de acordo com Carol Quinan, se dá por sua praticidade e acessibilidade. É um tipo de pedra que se encontra facilmente no mercado, além de ser uma excelente opção quando se trata de drenagem. “Quando fazemos plantio em vasos, por exemplo, precisamos fazer um dreno para que a raiz não encharque e a planta apodreça. Assim, o uso da brita é essencial. No meu jardim não pensei somente na opção drenante, pois ali não há tanta necessidade por estar na terra, mas, também, por sua estética. Sua coloração cinza harmonizou com a composição do espaço. É uma opção bonita e uma ótima solução para vários tipos de jardim”, explica.

A paisagista relata que a brita pode ser usada em terraços, jardins de inverno, varandas e canteiros. Além de colorir o ambiente, a reflexão do sol, traz mais claridade para o espaço. Outro ponto positivo é a praticidade, pois sempre se consegue encontra-la no mercado para reposição, caso necessário.


Outros materiais

Outro material utilizado na composição do piso do seu ambiente na Casacor Minas é a placa cimentícia drenante. Um modelo próprio para áreas externas, da Átrio Pisos. “Essa opção, de concreto, é muito atual, está na moda. É uma opção rápida, prática e com bom custo. Se for utilizar o modelo não drenante, é preciso que o piso seja impermeabilizado, senão vai acabar manchando e deixando o espaço estranho, modificando o piso que a pessoa havia escolhido. Se for polido, é um piso perigoso quando molhado. Então, recomendo tomar muito cuidado ao escolher o material para áreas externas, principalmente por questões de segurança”, alerta Carol Quinam, que, também indica, o uso de porcelanato poroso nesses casos.

Existem, também, as opções para piso, como madeira – que proporciona aconchego, tem instalação rápida e simples e pode ser colocada sobre um piso já existente. Porém, alerta a profissional, precisa de uma manutenção regular, a cada dois anos, o que pode gerar um custo alto. E Porcelanato – um piso mais evoluído, que atende tanto o ambiente interno quanto externo, alta durabilidade e é impermeável. Ele evita mancha e possui vários modelos antiderrapantes. Estes, mais usado em áreas externas, porém são mais caros.


Cerâmica

Outra especificação é a cerâmica, mas tem que ficar muito atento ao tipo. Existem vários modelos e umas desgastam mais que outras. Se for utilizada na área externa, é preciso ser resistente e antiderrapante. Possui ótimo custo, mas é mais perigosa por conta dessas análises.

“Granilite, pedras naturais, granito, mármore, pedra São Tomé... São várias as opções para piso de jardim, porém ao escolher o tipo de piso, o mais importante não é, necessariamente, a estética. Claro que essa é considerada, sim, mas é preciso aliar a beleza à segurança, ao custo e à manutenção”, encerra Carol Quinam.

Informações da assessoria de imprensa

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