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PG pode testar ônibus a biogás no transporte público

Parceria com montadora brasileira deve gerar ‘case’ para ser testado no transporte público de Ponta Grossa. Rangel esteve na Argentina nesta quarta, em tratativas sobre o tema.

A Prefeitura de Ponta Grossa planeja testar a utilização de ônibus movidos a biogás no transporte público municipal. Durante esta quarta-feira (15), o prefeito Marcelo Rangel (PSDB) esteve em Buenos Aires, capital da Argentina, para conhecer o desenvolvimento da tecnologia de transporte. A agenda foi em uma das sedes da montadora de caminhões e ônibus Agrale, empresa brasileira com unidades espalhadas também no país vizinho.

A visita foi compartilhada nas redes sociais do prefeito. “Estamos em uma missão aqui na Argentina porque vamos acompanhar o desenvolvimento de um ônibus movido à biogás”, disse, em um vídeo publicado no Facebook. Nas imagens o prefeito estava acompanhado de uma comitiva local e de diretores da Agrale.

Os motores produzidos pela montadora podem utilizar o gás produzido por lixo doméstico – o que pode integrar os sistemas de transporte público com o de coleta seletiva em Ponta Grossa, no caso da implantação dos serviços. “É gás produzido por lixo doméstico. Isso mesmo, o lixo de casa vira combustível de ônibus. Estou à procura de soluções para o transporte público e estou entusiasmado com essa tecnologia que penso em levar para Ponta Grossa”, afirmou o prefeito.

No vídeo publicado por Rangel, um dos diretores comerciais da empresa também comenta sobre a possibilidade de fazer de Ponta Grossa um ‘case’ nacional, para que os ônibus movidos à biogás sejam levados posteriormente a outras cidades brasileiras. “É a nossa proposta. Quem sabe a gente tenha em Ponta Grossa, com a inovação que é característica do senhor prefeito, a implementação de um case que possa ser aplicado em todo o país”, disse o representante da Agrale.

A montadora brasileira, que também produz caminhões, possui cerca de 9 mil ônibus em atividade na Argentina. Destes, 5 mil abastecem parte do transporte público da capital, que conta com 8 mil veículos nas ruas. As tratativas para implantação do serviço sustentável em Ponta Grossa estão em fase embrionária, sem nenhuma previsão para ser colocada em prática.

Prefeito não precisou pedir licença

Por conta da Lei Orgânica Municipal, o prefeito Marcelo Rangel não precisou pedir licença aos vereadores da Câmara de Ponta Grossa para viajar ao país vizinho. A legislação obriga que o mandatário solicite a autorização somente em ausência posteriores a 10 dias, seja da cidade ou do país. Existe, inclusive, uma proposta de emenda à LOM em tramitação que sugere que o período seja ampliado para 15 dias. O projeto tramita pelas comissões da Câmara e deve ser votado nos próximos dias pelos vereadores.

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