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Orçamento de PG não permite promessa eleitoreira, diz Gadini

Os candidatos, Professor Gadini (prefeito) e Lineu (vice) do PSOL, acompanharam a divulgação da Lei Orçamentária Anual, apresentada na tarde desta terça-feira (29) na Câmara Municipal

“É preciso acabar com a farra de nomeações de cargos comissionados, inclusive em período eleitoral, na Prefeitura de Ponta Grossa, coisa que virou rotina ao longo das duas décadas recentes”, defendeu o Professor Gadini, após participar da Audiência Pública, na Câmara Municipal. Na ocasião, o secretário municipal de Finanças, Cláudio Grokoviski, mostrou a projeção orçamentária para 2021.

O candidato à prefeito pelo PSOL lembra que, entre as cidades médias e grandes do Paraná, Ponta Grossa é a que mais tem cargos comissionados nomeados pelo prefeito e, na maioria das vezes, “sem qualquer justificativa ou critério de interesse público”.

Atualmente, a Prefeitura mantém mais de 300 cargos comissionados, enquanto Londrina, Cascavel, Foz do Iguaçu e Maringá possuem um número inferior, quando comparadas por população e orçamento anual de cada município. De acordo com informações dos portais das prefeituras consultadas, Londrina estima um orçamento superior a R$ 2 bilhões, Maringá a R$ 1,7 bilhões e Foz do Iguaçu a 1,2 bilhão para 2021.

A proposta de recursos humanos do PSOL à Prefeitura considera um estudo elaborado pelo Sindicato dos Servidores Municipais, indicando que um corte de 60% no total de comissionados, além de aliviar a folha de pagamento, poderia abrir margem para garantir o pagamento de direitos dos trabalhadores concursados, que aguardam o cumprimento da legislação pelos prefeitos da Cidade, ao longo das últimas duas décadas.

Professor Gadini destacou, ainda, que embora a atual gestão de Ponta Grossa esteja comemorando um orçamento superior a 1 bilhão de reais para 2021, é preciso contextualizar e comparar com as demais cidades do Estado, que preveem orçamento bem superior ao estimado pela prefeitura de Ponta Grossa para o próximo ano.

“Vamos economizar até no salário do prefeito”, exemplifica o Professor Gadini, que, se eleito, vai manter a carreira de professor e, portanto, assume o compromisso de não receber salário como chefe do executivo local. “Nosso compromisso é por uma política como serviço comunitário e não uma forma de beneficiar cerca de 300 pessoas ou enriquecer algumas famílias que se revezam na prefeitura”, defende.

Informações da assessoria de imprensa.

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