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Gaeco faz denúncia e isenta Zampieri e Roberto Pelissari

Na ação encaminhada nesta terça-feira à Justiça, vereador foi citado como informante. Já presidente da AMTT não foi citado na denúncia

A denúncia oferecida nesta terça-feira (29) pelo promotor Antônio Albanes, do Gaeco, não cita o vereador Ricardo Zampieri (Republicanos) e o presidente da Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT), Roberto Pelissari. Os dois foram presos no último dia 15, durante a operação Saturno, e chegaram a ficar nove dias detidos - parte da prisão foi cumprida na Penitenciária Estadual de Ponta Grossa (PEPG) e outra parte no Complexo Médico Penal (CMP), em Pinhais.

O vereador Ricardo Zampieri (Republicanos), presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou a contratação da empresa Cidatec pela Autarquia Municipal de Trânsito e Transportes do Município (AMTT) para a implantação e operação do “Estar Digital”, em Ponta Grossa, não foi indiciado e nem acusado formalmente à Justiça Criminal.

O portal aRede teve acesso à denúncia que foi encaminhada nesta terça-feira (29), à 1ª Vara Criminal de Ponta Grossa. Neste documento, Zampieri é citado apenas como ‘informante’ pelo Gaeco. Outros três vereadores da mesma comissão (Guiarone De Paula Júnior, Ezequiel Marcos Ferreira Bueno e Vinicius De Camargo Wenceslau) também são citados como ‘informantes’.

O prefeito Marcelo Rangel (PSDB), em uma live transmitida nas redes sociais, comemorou o que classificou como “inocência” do presidente da AMTT, Roberto Pelissari. Durante o inquérito, Rangel chegou a afirmar que Roberto “nunca os decepcionou” e era um “homem de família”.

Mesmo apresentando a denúncia contra o vereador Walter José de Souza, o Valtão (PRTB), e contra os empresários Alberto Abjumara Neto, Antonio Carlos Domingues de Sá, Celso Ricardo Madrid Finck e João Carlos Barbiero, o Gaeco continua com as investigações.

'Foi uma prisão arbitrária', dizem advogados

O posicionamento do Ministério Público e do Gaeco, em relação a Zampieri, foi comentado pelos advogados João Manoel Grott e Jorge Sebastião Neto que defendem os vereadores. “Não existia prova nenhuma contra o Ricardo (Zampieri). Não existia nada, nada que desabonasse a conduta do Ricardo, que inclusive foi o único que peitou, que contrariou e apresentou responsabilidades sobre o sistema fraudulento do sistema do EstaR Digital. E mesmo assim acabou de uma forma arbitrária sendo investigado pelo Gaeco”, dizem os advogados.

Segundo os defensores, a denúncia apresentada nesta terça-feira (29), à Justiça, vem comprovar que não tinha o porquê de ele ser preso. “Foi uma forma arbitrária, tanto que não apresentaram denúncia contra ele, mas de uma forma extremamente abusiva mantiveram o Ricardo [Zampieri] em uma prisão temporária desnecessariamente, trazendo um dano moral a sua imagem e uma dor imensurável aos seus familiares”, dizem os advogados.

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