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Advogados não se manifestam sobre Rodrigo

Os advogados do ex-assessor da Câmara de Ponta Grossa, Rodrigo de Paula Pires, informaram que não irão se manifestar sobre a sentença proferida na última sexta-feira pela juíza Poliana Cremasco Fagundes Cunha, da 1ª Vara da Fazenda Pública. Na esfera civil, Pires é defendido pelo escritório Valle & Sampaio Advocacia. Embora a defesa não tenha se manifestado sobre possível recurso ao Tribunal de Justiça do Paraná, o processo segue para reexame em segunda instância.

Conforme publicado com exclusividade pela reportagem do Jornal da Manhã, o ex-assessor foi condenado a devolver os recursos desviados com correção monetária e juros de mora de 1% ao mês. Além do ressarcimento, a Justiça determinou uma multa no mesmo valor, mas com correção e juros contados a partir da sentença. Ao todo, Pires teria que desembolsar mais de R$ 8 milhões para cumprir a determinação da 1ª Vara da Fazenda Pública.

A decisão acontece após seis anos da denúncia feita pelo Ministério Público do Paraná (MP). O ex-assessor é acusado de ter desviado R$ 2,3 milhões entre 2004 e 2009 dos cofres do Legislativo a suas contas bancárias. Nove pessoas, entre servidores e vereadores, foram denunciadas pela Promotoria de Proteção ao Patrimônio Público, mas só duas condenadas por improbidade administrativa.

O QUÊ
>> Ex-presidentes
Entre os absolvidos pela 1ª Vara da Fazenda Pública de Ponta Grossa estão os ex-presidente da Câmara, Delmar José Pimentel, Eliel Polini e Valfredo Laco Dzazio. Ao contrário da informação veiculada no último domingo, Sebastião Mainardes não foi absolvido, mas sim excluído do processo pelo próprio Ministério Público,

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