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Paraquedismo traz desafio nas alturas para praticantes

Jornalista de Ponta Grossa saltou pela primeira vez e relata sensações no ‘pulo’ que realizou em Paranaguá

Um dos esportes radicais mais populares em todo o mundo, o salto com paraquedas conta com milhares de atletas profissionais e homologados pela Confederação Brasileira de Paraquedismo. Maior ainda é o número de pessoas que fazem isso periodicamente, por hobby ou até mesmo experimentam pela primeira vez. E, dentro deste último grupo, o Portal aRede e o Jornal da Manhã entrevistou a jornalista Rafisa Ramos, que saltou de paraquedas pela primeira vez no mês de setembro.

Segundo a profissional de imprensa, que realizou seu salto de estreia em um dos locais mais belos e propícios para isso – o município de Paranaguá – a sensação de pular a uma altura de cerca de três mil metros, com uma queda livre a uma velocidade superior a 200 km/h, mistura sentimentos e emoções. “Era algo que eu já pensava em fazer há muito tempo, mas sempre deixava para depois. Então, quando certo, eu realizei e foi sensacional”, aponta Rafisa.

A jornalista, acompanhada do irmão e do namorado, fez questão de ressaltar as belezas do litoral paranaense, o que trouxe “um gosto todo especial para a situação”. Outro ponto que amplia a experiência segundo a praticante do paraquedismo foi a preparação antes do salto: colocação dos equipamentos, instruções específicas de como ficar no avião e como se portar no salto. Até o momento do salto, são cerca de 15 a 20 minutos. 

Questionada se ficou receosa em algum instante, Rafisa explicou como foi o processo do ‘pulo’ do avião. “Este momento foi de contemplação. É tudo muito lindo, surreal, você vê tudo diminuindo, ficando distante. Mas, sim, tive um momento de receio e foi justamente quando o instrutor abriu a porta do avião e chegou a hora de saltar. É algo inexplicável, pois ao mesmo tempo que você quer saltar e sentir a adrenalina, sabe que não tem controle de nada naquele momento”, pontua.

Para complementar, a praticante de ‘primeira viagem’, sinalizou que participaria deste esporte novamente, buscando outros lugares para apreciar ainda mais as belezas da prática. “Eu falei para o instrutor durante o salto que achava que faria apenas uma vez, para ter como experiência. Mas, assim que pulei e o paraquedas abriu, eu tive a certeza que faria novamente”, conclui Rafisa.

Instrutor dá dicas para quem deseja praticar o esporte

O instrutor que realizou o salto com Rafisa Ramos em Paranaguá, Lourenço Rodrigues, deu algumas dicas para quem deseja realizar um salto. Os principais pontos são: escolha de uma empresa com profissionais homologados pela Confederação Brasileira de Paraquedismo; pesquisar nas redes sociais acerca da empresa escolhida, assim como a avaliação dos clientes; e sanar as dúvidas antes de contratar o serviço.

"Hoje em dia o paraquedismo evoluiu muito. A tecnologia envolvida nos equipamentos é muito grande e as regras e normas que regem o esporte são muito bem organizadas”, destaca Lourenço.

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