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Cooperativas da região movimentam R$ 10,2 bi em 2020

Faturamento da Frísia, Capal e Castrolanda cresceu 29,15% no decorrer de 2020 

Capal, Castrolanda e Frísia, as três maiores cooperativas da região dos Campos Gerais, apresentaram crescimentos superiores a 25% no faturamento no decorrer de 2020. Somadas as suas movimentações no ano passado, o valor total atingiu a marca de R$ 10,24 bilhões, montante que superou em 29,15% o faturamento registrado em 2019, que totalizou R$ 7,93 bilhões. Em valores absolutos, representou um crescimento de R$ 2,31 bilhões no período de 12 meses. 

Em crescimento percentual, a cooperativa que teve a maior alavancagem foi a Capal, sediada em Arapoti. O faturamento registrado em 2019, de R$ 1,47 bilhão, saltou para R$ 2,05 bilhões, ou seja, uma alta de 39,48% no período de um ano, o que representa uma elevação de R$ 582 milhões nos valores movimentados. A Frísia, de Carambeí, por sua vez, teve o segundo maior valor crescimento e segundo maior valor movimentado, com um incremento de 27,6% no faturamento, que passou de R$ 2,90 bilhões para R$ 3,71 bilhões. Já a Castrolanda viu seu faturamento saltar R$ 927 milhões, saindo de R$ 3,55 bilhões e atingindo R$ 4,47 bilhões, o maior valor da região e um dos maiores entre as cooperativas do Estado. O incremento da movimentação financeira da Castrolanda em 2020 foi de 26,1% sobre 2019.

Alguns setores externos foram fundamentais para esses crescimentos no agronegócio, como a alta do dólar, preço das commodities e o aumento das exportações. Mas muito também é reflexo da gestão das cooperativas, do trabalho constante para aumento de produtividade nos mais diversos ramos de atuação. “Podemos atribuir este crescimento [da Castrolanda] a vários fatores, em primeiro lugar aos nossos cooperados que cumpriram o papel no campo com excelência. Internamente, diminuímos nossas despesas e descontinuamos negócios que não estavam mais tão favoráveis para nós”, explicou o diretor presidente da Castrolanda, Willem Berend Bouwman, cooperativa que tem 1.053 cooperados e 3.614 colaboradores.

Todos esses resultados foram alcançados com uma preocupação extra, o coronavírus, que demandou maior cuidado por parte das cooperativas. “Todas as áreas da Frísia mantiveram o foco nos trabalhos propostos e no compromisso de entrega. Mantivemos os protocolos dos órgãos de saúde e criamos um plano de comunicação e prevenção para evitar o contágio e promover o monitoramento dos casos. Garantimos que os colaboradores pudessem trabalhar com segurança e os cooperados produzissem normalmente, contribuindo para que os alimentos continuassem a ser comercializados sem problemas”, afirmou Renato Greidanus, diretor-presidente da Frísia, cooperativa que possui 895 cooperados e 1.119 colaboradores. A Capal, por sua vez, possui 3261 cooperados e 815 colaboradores, entre funcionários e estagiários.


Indústrias da intercooperação ampliam negócios

As três cooperativas mantêm a intercooperação em unidades industriais, em diversos ramos de atuação, formando a marca Unium. Apenas essas indústrias fecharam 2020 com um faturamento de R$ 3,46 bilhões, e registrando um investimento de R$ 39,3 milhões no decorrer do ano. A principal das atividades é a industrialização do leite, em três unidades de lácteos, que receberam investimentos de R$ 18,8 milhões e faturamento de R$ 2,4 bilhões. Já a unidade de industrialização de carne suína (Alegra), fechou 2020 com R$ 853 milhões em faturamento e aportes de R$ 19,8 milhões; enquanto que o moinho de trigo Herança Holandesa, em Ponta Grossa, teve um faturamento de R$ 211 milhões, e recebeu investimentos de R$ 756 mil.


Faturamento estadual superou R$ 115 bilhões

Pelo segundo ano consecutivo, as Assembleias Gerais Ordinárias (AGOs) da Ocepar e da Fecoopar e a reunião de prestação de contas do Sescoop/PR foram realizadas simultaneamente, em formato virtual, devido à pandemia do novo coronavírus. Elas ocorreram na tarde desta segunda-feira (05). Cento e quatro cooperativas filiadas participaram do evento. “Foi um ano surpreendente pois nós superamos os R$ 115 bilhões de movimentação econômica. Recolhemos mais de R$ 3,5 bilhões em impostos, investimos mais de R$ 3,5 bilhões em novos projetos e atingimos um volume total de exportação de US$ 4,5 bilhões”, destacou o Presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.


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