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BRDE libera R$ 16 mi para aportes industriais na região

Cerca de  78% do valor liberado para a região foi para a agroindústria, e o restante à indústria de transformação

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul – BRDE teve papel estratégico nos avanços da indústria paranaense. Somente na região dos Campos Gerais o BRDE investiu, em 2019, R$ 16,6 milhões. Deste total, R$ 3 milhões foram destinados à indústria de transformação, que envolve diversos setores como o têxtil, automotivo, cosméticos, entre outros. O maior investimento na região foi de R$ 13 milhões no setor agroindustrial. 

No âmbito estadual o BRDE o investimento foi de R$ 201, 9 milhões em 217 liberações de recursos. Foram R$ 147 milhões para o setor agroindustrial e R$ 70 milhões foram destinados para a indústria de transformação. O investimento acompanha o crescimento do Paraná no setor industrial em âmbito nacional. 

Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre janeiro e dezembro do ano passado, houve crescimento de 5,7% na produção industrial paranaense, colocando o estado em posição de liderança no Brasil.

Segundo o diretor do BRDE, Wilson Bley Lipski, estes números movimentam as engrenagens da economia paranaense. “Entendemos que o setor agro tem uma grande responsabilidade pelo crescimento do País. Investimos em diversas cooperativas durante o ano de 2019, fortalecendo não só o cooperativismo, mas o ecossistema agroindustrial, visto que os investimentos possibilitaram expansão de unidades, melhorias em infraestrutura e incentivos aos cooperados, o que melhora toda a cadeia produtiva”, enfatiza Bley.

Ainda segundo o levantamento do IBGE, os setores da indústria que mais cresceram no Paraná foram: veículos automotores, reboques e carrocerias (25,7%); máquinas e equipamentos (9,5%); indústria geral (5,7%); produtos alimentícios (8,8%); máquinas, aparelhos e materiais elétricos (5,3%); produtos de borracha e material plástico (2,5%); celulose, papel e produtos de papel (1,5%) e produtos de minerais não metálicos (0,8%).

Cooperativas foram destaque

A C.Vale, de Palotina, recebeu mais de R$40 mi. A Frimesa, de Medianeira, teve acesso ao aporte de mais de R$36 mi. Já a Coopertradição, de Pato Branco, pode fortalecer os negócios com R$20 mi do BRDE. Já na área de alimentos, a El Shadai, de Chopinzinho, recebeu o aporte de mais de R$4 mi e a SL Cereais e Alimentos de Mauá da Serra, por exemplo, acolheu mais de de R$9 mi para crescer e prosperar

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