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Educação de PG avança com novos investimentos do estado

As obras no Colégio Francisco Pires Machado estavam paralisadas desde 2018, quando a escola foi incluída na Operação Quadro Negro

O governador Carlos Massa Ratinho Junior inaugurou, nesta segunda-feira (20), as obras do Colégio Estadual Francisco Pires Machado, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais. Paralisada desde 2018 após ser incluída na Operação Quadro Negro, que apontou um esquema de corrupção em obras de escolas, a construção da unidade foi retomada pela atual gestão, em 2019.

Das 14 obras paralisadas pela investigação, 13 já foram entregues pelo Governo do Estado. “Quando assumimos o governo, essas escolas estavam só o esqueleto, porque foram investigadas por corrupção. Colocamos todas elas para rodar e estamos entregando, já há alguns meses, para a sociedade”, disse Ratinho Junior

Durante a solenidade, ele também entregou as obras de ampliação do Colégio Estadual Padre Pedro Grzelczaki. Com investimento de R$ 820 mil, a escola ganhou cinco novas salas de aula de alvenaria, substituindo as antigas salas de madeira, além de duas passarelas, sanitários e melhorias das estruturas elétrica e hidráulica. 

O Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar) destinou R$ 2,3 milhões na construção e mais R$ 130 mil nos reparos elétricos do Colégio Franciscos Pires Machado. A instituição de ensino, que compartilhava a estrutura física com a Escola Municipal Deodoro Quintiliano, ganha agora uma sede própria, com área de 2,8 mil metros quadrados, 16 salas de aula e laboratórios de ciências e de informática.

A escola, localizada no bairro Cará-cará, conta com 15 turmas e atende 409 estudantes dos anos finais do ensino fundamental, em período integral, e do ensino médio.  

Por determinação do governador Ratinho Junior, todas as obras envolvidas na Quadro Negro foram retomadas. Com exceção do Colégio Estadual de Educação Profissional Campo Largo (Região Metropolitana de Curitiba), que está em fase final de conclusão, todas já foram entregues à comunidade. No total, o investimento é de R$ 40,6 milhões entre novas construções e reformas das estruturas já existentes.

“Os casos de corrupção investigados pela Quadro Negro atrasaram a educação do Paraná. Várias escolas que deveriam ter sido criadas em 2014 e 2015 estão saindo somente agora”, destacou o diretor-presidente do Fundepar, Marcelo Pimentel Bueno. “Com a entrega dessas unidades, trazemos a normalidade a essas regiões, que estavam sofrendo com a falta de vagas”, completou. 

 

Com informações da Agência Estadual de Notícias 

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